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Recordações: segredos de um porvir

São muitas as recordações, as que irei esquecer, e as que nunca hei-de lembrar. Como uma árvore e as suas folhas. Fecho os olhos. E, em segredo, relembro aquelas que, num outono, hão-de cair.

  • folhas de outras árvores

  • folhas no chão

    outros ramos

    soundtrack to your escape

    ... antes por ali, que não tem regresso.

    Procuro-me na bifurcação do tempo, e não me encontro. Defronte de mim, diferenciam-se dois trilhos. Um, que me leva onde pretendo ser o que não fui; e o outro, que me traz de onde não pretendi ser quem não sou. São várias as saídas e entradas também, que me conduzem para onde, não me achando, sempre estive, para de onde vim.
    É sinuosa a jornada, ainda mais para quem, no momento de escolha, quem decide é a indecisão de quem não sabe de onde veio. Ou será que não se opta e se aceita apenas caminhar num deles? Não. Neste emaranhado de veredas todos os problemas se nos colocam como inequações em que a solução depende das opções que tomamos, e mesmo aceitar caminhar num deles é uma opção.
    E como será, tantas vezes quantas as que se quiserem, optar por um em detrimento do outro? Gostava de o saber…
    Mas desta vez não vou por aí, não. Nem por aí. Escolho por caminhar noutro. Este.
    Que só tem uma saída e uma entrada, que não são a mesma. O caminho onde serei aquilo que pretendo, mesmo que com isso seja o que não sou e, tão pouco, fui.
    Enveredo por este caminho, sigo as pegadas de ninguém por onde nunca andei, e dirijo-me para onde nunca estive. E sei que vou bem.

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    • Blogger Walter says so:
      5:16 da tarde  

      Disperso-me entre memórias desordenadas e pensamentos vagos. Dou por mim a tecer considerações sobre o curso da vida. Porque razão optamos por um caminho em detrimento de outro? Porque tomamos uma decisão e não tomamos outra absolutamente contrária? Porque motivo conhecemos umas pessoas (chegaremos algum dia a conhecer verdadeiramente?) e não outras? São tantas as dúvidas que assolam o curso da vida...tão vastas como todos os caminhos do curso da vida.
      A justificação para tudo isto residirá apenas nos desígnios do acaso? Chamo-lhe acaso como podia apelidá-lo de coincidência. Podia ainda encará-lo sobre outro ponto de vista e chamar-lhe-ia pura e simplesmente destino. É estranho como para uma mesma irrealidade existe uma multiplicidade de nomes. Cabe então a cada um conferir-lhe a designação que entender...
      Chamar-lhe-ei apenas acaso...nada mais que acaso.
      Pergunto-me acerca da sua natureza. Parece-me que não passa duma construção humana tão frágil como todas as construções humanamente erigidas. O acaso não passa dum misto de inércia, de fragilidades e de temor empregue todas as vezes em que não queremos assumir os riscos das nossas opções, e, consequentemente, da nossa vida.
      Atribuo ao acaso o estatuto que lhe pertence. Entrego nas suas mãos a minha vida. Vivo ao sabor das suas conspirações. Afinal o princípio do acaso é o único regente do mundo.

      Tal como tu não vou por aí. Nem por aí. Escolho por caminhar noutro. Este caminho onde estão gravados passos heterónomos mas que serão também meus. Apenas sei que caminho para regressar de onde nunca cheguei realmente a partir.
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